Como as redes sociais nos ajudam nas escolhas

Você já se deu conta da quantidade de decisões que precisamos tomar hoje em dia? E do número de detalhes que estão envolvidos em cada uma delas? Com certeza, no início do século passado, a vida era bem mais fácil. Mercadorias de consumo eram vendidas a granel e quem escolhia a mercadoria para a dona de casa era o dono da venda, sua pessoa de confiança.

Se quiséssemos comprar um carro em 1915, a escolha era muito simples. A única montadora existente era a Ford, a introdutora da linha de montagem, e a escolha se resumia a um modelo, o Ford T – Ford de Bigode no Brasil. Não apenas isto mas, como bem definia Henry Ford, “o cliente poderia escolher a cor que quisesse, desde que fosse preto”.  Estava escolhido o carro: montadora, modelo e cor. Continue lendo

Primeiro video com marcação social do mundo

Cada vez mais interessante as diversas possibilidades de compartilhação e marcação social. Agora, em vídeos no Facebook (ah, o Facebook). O Guaraná Antarctica colocou no ar o aplicativo EU FUI com o primeiro vídeo com a possibilidade de marcação social do mundo, a ação é da Espalhe. No vídeo, através de um mega zoom, você pode se taggear (com o botão marcar) e compartilhar. Continue lendo

Pra que comprar espaço na mídia se você pode conquistá-lo?

Cada vez mais, as agências lá de fora vem investindo na conquista de espaço na mídia – o que muitos chamam de mídia espontânea por aqui (apesar de não ser espontânea e, sim, estimulada). Aliás, essa prática é algo que emprestamos do pessoal de RP, que já faz isso há anos.

Com os anunciantes buscando maximizar seu ‘retorno sobre o investimento’ na comunicação, essa tem sido uma forma interessante de amplificar a mensagem e multiplicar a verba. Além disso, como essa ‘mídia conquistada’ é espaço na pauta de jornais, revistas, telejornais, blogs, sites e principalmente pela disseminação pelas próprias pessoas (via youtube, por exemplo), a credibilidade tende a ser muito maior do que a de uma campanha ‘solicitada’ pelo anunciante. Apesar de exigir um certo investimento e muita criatividade, o retorno tende a valer a pena (quando o trabalho é bem feito) e a mensuração é bem mais fácil.

Um bom exemplo é a campanha The Best Job in The World, que levou vários prêmios em Cannes no ano passado (o videocase pode ser visto aqui). Com um investimento de AU$1,7 milhões, teve retorno de mais de AU$70 milhões em mídia conquistada. No próprio festival de publicidade em Cannes, cada vez mais as campanhas focam nesse tipo de estratégia. É só ver nos videocases os resultados demonstrados em conquista de mídia.

Abaixo, segue outro exemplo bem recente:

O insight, neste caso, foi de que o ambiente não precisa ser chato. A diversão proporcionada pela abordagem se espalhou naturalmente. Aliás, segundo o Clause Moseholm, da agência Go Viral, especialista no assunto, a chave é investir em conteúdo que divirta as pessoas.

Já podemos dizer que, mais do que divertir, tem muito a ver com aquela tensão que o pessoal da CP+B tanto fala: é entender o contexto cultural do público e modificá-lo. Esse ‘choque’, quando positivo, se transforma em tensão criativa e as pessoas passam a falar sobre o assunto. O bom humor é apenas uma das maneira de fazer isso. Aliás, parece simples mas não é. O case abaixo, criado pela agência Seven, de Blumenau, não tem nada de divertido mas, com as devidas proporções, foi um sucesso em termos de mídia conquistada:

Essa prática, no entanto, ainda não é tão comum no Brasil. Seria porque a maioria das agências ainda depende das comissões de mídia para viver? Ou seria algum outro motivo, como comodismo (por parte da agência e também dos clientes), por exemplo?

De qualquer maneira, se há um lugar em que essa mudança pode começar, ele se chama Planejamento. Afinal, é ali que são estabelecidos os objetivos da comunicação.

Vale a pena pensar no assunto.

Fonte.

Lucro, câmera, ação: algumas vantagens do YouTube

Algumas maneiras de tirar o melhor que o YouTube tem a oferecer:

1::Atendimento ao consumidor
Uma imagem vale por mil palavras, e um vídeo é constituído de milhares de imagens postas lado a lado. Em vez de explicar processos como instalação, configuração e solução de problemas a partir de um manual técnico complexo, ou com textos e ilustrações em páginas na internet, a empresa pode criar diversos filmes para facilitar o uso de seus produtos por seus usuários.

Com certeza, a iniciativa seria valorizada pelos clientes, além de ajudar a diminuir a carga de trabalho de seus funcionários responsáveis pela assistência técnica.

2::Marketing
A vantagem de criar clipes para propagandear produtos e serviços pelo YouTube é que, uma vez criado, eles podem ser espalhados facilmente via blogs e outros portais. A campanha pode até virar um viral de grande repercussão.

Continue lendo

Mídias sociais vão municiar embate nas ruas e no vídeo entre candidatos

Na primeira eleição presidencial brasileira após a bem sucedida campanha digital online que elegeu Barack Obama nos Estados Unidos, as coordenações das duas principais candidaturas já estruturaram seu núcleo de internet e decidiram o que importarão para a internet da experiência americana de dois anos atrás: uma extensa base de dados dos possíveis simpatizantes e muita informação em áudio e vídeo para municiá-los no embate político.

A diferença é que cada lado irá dar prioridade ao seu conteúdo na rede em acordo com a estratégia definida pelas cúpulas da campanha. O PT insistirá nas comparações entre os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), ao passo que o PSDB tentará levar à rede o embate de biografias entre seu candidato, José Serra, e a petista Dilma Rousseff.

A expectativa de ambos é fazer com que a acirrada disputa que se verá na tevê, no rádio e nas ruas seja abastecida com informações fornecidas pelas campanhas na internet e amplificadas dentro e fora dela pela rede de apoiadores obtida nas redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter. Os dados também serão divulgados pelos telefones celulares.

Essas deverão ser as principais influências da campanha americana, já que não há grandes perspectivas de doações financeiras online, por dois motivos: o baixo crédito dos políticos ante a opinião pública e a falta de tradição no país de que pessoas físicas colaborem com dinheiro para as candidaturas. A expectativa da presença da tecnologia da informação, porém, é bem alta. Tanto que, desde o ano passado, tucanos e petistas conversam com os dois principais nomes da campanha de Obama: Scott Goodstein, da empresa Revolution Messaging; e Ben Self, da Blue State Digital.

Goodstein foi ” diretor online externo ” de Obama e cuidou da estratégia nas redes sociais e nos celulares. Conseguiu 2 milhões de simpatizantes no Facebook, 1 milhão no MySpace e mais de 100 mil no Twitter. Criou ainda o ” Obama Mobile ” , com mensagens de texto, site móvel (WAP) e downloads de conteúdo pelo celular. Continue lendo

TV e internet: as duas mídias se complementam cada vez mais


Sou um dos muitos que passam o dia todo na iternet e quando chega em casa, assite tv e continua no facebook, twitter, blogs e nos sites que complementam a programação da tv.
Muitas vezes vi um vídeo de uma banda que não conhecia e, na mesma hora, entro no internet para baixar as músicas e saber mais sobre a banda.
Outras vezes, vi uma propaganda de lançamento de um produto e usei a internet para saber mais, o que não da tempo de mostrar na tv, além de pesquisar o que estão falando sobre este produto no twitter ou em blogs.
Ficar de olho nas duas telas ao mesmo tempo virou mania e começa a influenciar até mesmo a programação das emissoras. Nos Estados Unidos, estatísticas revelam que 60% dos telespectadores já acompanham as duas mídias simultaneamente e, no Brasil, a tendência se confirma. Veja um vídeo que mostra de que forma a internet pode acrescentar ao conteúdo que você consome na TV.

Mapa global das redes sociais

Baseado em dados do Alexa e Google deste mês (dezembro de 2009), o italiano Vincenzo Cosenza organizou um mapa do mundo que mostra a predominância das redes sociais por país. Ou melhor: que mostra a predominância do Facebook no mundo.

Com mais de 350 milhões de usuários ao redor do globo, a rede social de Mark Zuckerberg lidera em boa parte dos países. América, Europa, Oceania e África colocam o Facebook como a rede mais poular. Na Ásia, a briga ainda é dura com representantes locais, mas ainda assim há participação. Veja:

Alguns detalhes chamam a atenção. Para começar perto, temos o caso do orkut. A rede social preferida dos brasileiros só é líder em popularidade aqui no Brasil, no Paraguai e na Estônia. Na Índia, que durante algum tempo chegou a ameaçar a hegemonia brasileira na rede do Google, agora é Facebook de carteirinha.

Ainda na América do Sul, nota-se que fortes competidores de outrora também sucumbiram ao Facebook. O Hi5, antes líder em vários países vizinhos e na América Central, resiste apenas no Peru; nos demais onde reinava, o Facebook chegou com os dois pés no peito. Curiosamente, o Hi5 ainda é o mais popular de Portugal – o que mostra que a parte do mundo que fala português está fora de sintonia com a restante quando o assunto é redes sociais.

Na Ásia, estão dois dos maiores mercados do mundo, curiosamente, ambos longe da influência do Facebook – ou não. Na Rússia, a principal rede social é a Vkontakte.ru (ou algo próximo disso), e se você teve a curiosidade de clicar no link, notou uma certa semelhança com o… Facebook. Não é por acaso: a dona da rede é a Digital Sky Technologies, uma das maiores investidoras do Facebook. Será que há uma fusão/incorporação nos planos das duas redes?

Por fim, mas não menos importante, a China. O país mais populoso da Terra usa principalmente a QQ, uma rede totalmente desconhecida no ocidente. Todos devem ficar de oho nos chineses, já que a previsão é de que, em pouco tempo (2013, para ser mais exato), haja 840 milhões de internautas só lá. O número mostra-se realmente impressionante se levarmos em conta que não faz um ano que o número de internautas, no mundo, chegou a 1 bilhão.

Para ver uma versão interativa e super bacana do mapa, com filtragem direto no desenho (ou por rede social), clique aqui.

Fonte: Techcrunch e Meio Bit.

Como utilizar as Listas do Twitter [video]

Hoje o Twitter lançou, ainda em fase beta, o recurso de lista para seus usuários.

Veja o comentario aqui, sobre o futuro do Twitter pelo ponto de vista de um dos fundadores, Biz Stone.

Um dos recursos apontados era o de listas, algo que pra mim (Estevão Soares: @_admit), é um dos melhores recursos do Twitter já logo de cara.

O poder de segmentação se torna altíssimo, aumentando a relevância da ferramenta para cada usuários e permitindo monitorar e controlar um pouco melhor ações de marketing.

Se você quer saber como utilizar o recurso, confira os dois videos abaixo via Youtube ou se você também você pode baixá-los em uma ótima definição e ser feliz.

Obs: Se os videos do Youtube não estiverem com qualidade satisfatória, opte pelo download.

(Este post retirado do blog ADMITI – Comportamento e Tecnologia)

O profissional de comunicação nas mídias sociais

publicitarioComo deve se comportar nas mídias sociais o comunicador, o jornalista, o empregado de grande empresa? O bom senso pede que se adote diante da tela a mesma postura da vida real.

Recentemente, ganharam destaque as regras de conduta online lançadas pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo.

Em tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou seja, o ideal seria incentivar o diálogo com os leitores, que podem ter uma participação efetiva na condução da apuração da informação, e não se distanciar deles.

Os jornalistas poderiam usar a web 2.0 para engajar a comunidade e criar a sensação de pertencimento, diminuindo a distância leitor-repórter que muitos dizem sentir. O profissional de comunicação pode propor debates, fazer perguntas, pedir indicações e, claro, receber feedback.

Ou seja, mostrar os bastidores da notícia (uma preocupação recorrente nesses manuais de conduta) não seria necessariamente algo ruim. Do contrário. Poderia enriquecer o trabalho.

Evidentemente, em certos casos, como material exclusivo ou temas polêmicos que revelados antes do tempo poderiam destruir reputações, a empresa jornalística poderia “segurar” a informação.

De toda forma, muitas empresas se beneficiam do capital social de seus funcionários quando eles recomendam conteúdo dos sites nos quais trabalham (citando links no Twitter, por exemplo).

Esses comunicadores usam sua reputação para atrair audiência. Para não criar conflitos, há quem cadastre dois perfis nas redes sociais. Um pessoal, destinado apenas aos amigos, e outro profissional. No primeiro, ficaria mais à vontade para divulgar fotos pessoais, por exemplo. O outro seria o espaço para sua persona pública.

Segundo a consultora Amy Webb, o debate está caminhando na direção errada. O foco deveria ser a segurança dessas atividades para não expor o sistema a invasões de hackers, por exemplo. “Ao acessarem redes sociais do trabalho, esses profissionais não estão apenas revelando seus pontos de vista, mas sim sua localização”, explica. Isso poderia gerar problemas de segurança e privacidade de TI (Tecnologia da Informação).

Etiqueta virtual?

Todavia, não se trata de uma postura nova. Há anos, empresas possuem manuais de conduta. Indicavam, por exemplo, quais as roupas mais “apropriadas”, que postura política é permitida… Agora estão adaptando essas normas para as mídias sociais. Continue lendo

Ferramenta vai medir o retorno publicitário das redes sociais

redes-sociaisEm agosto de 2008 os gastos com publicidade online em redes sociais e blogs nos Estados Unidos somavam US$ 49 milhões, no mesmo mês deste ano o valor subiu para US$ 108 milhões, registrando um crescimento de 119%.

No mês passado, por exemplo, os americanos ficaram 17% do tempo online em sites de relacionamento, cerca de três vezes maior do que no mesmo período do ano passado. É isso que motiva as empresas a aumentarem seus investimentos no marketing social.

Apesar disso, muitas empresas na hora de investir em redes sociais ficam em dúvida por causa da falta de uma medição mais confiável do retorno publicitário que os sites de relacionamento e compartilhamento de conteúdo podem proporcionar.

Agora vai ficar mais fácil compreender o retorno das redes sociais como meio publicitário. O Facebook e a Nilsen criaram o BrankLift para medir o retorno de anúncios publicitários nas redes sociais.

Pelo que se sabe, a ferramenta promete medir os sentimentos do público em relação aos anúncios, como a lembrança da propaganda, a associação da mensagem , da marca e o retorno em compras.

De início, será utilizada apenas no Facebook, mas aos poucos será expandido para outros sites, conforme afirmou John Burbank, presidente da Nielsen Online.

Veja a apresentação e entenda melhor como o marketing em redes sociais pode colaborar para promover o seu negócio e melhorar a comunicação e o relacionamento com seu target.

Fonte: Publicidade na web